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terça-feira, 27 de maio de 2014

Reunião online...Uma experiência nova

Participei de uma reunião online hoje. Já faz um tempo que não vou às reuniões presenciais e isso é uma falta comigo mesma.

Foi uma experiência diferente. E como toda experiência nova, causou um pouco de ansiedade e, para variar, como sempre nas minhas “primeiras vezes” fiquei meio que travada.

Minha participação se resumiu em ouvir muito e ler as apresentações.
O foco não era o mesmo do meu grupo de origem. Mas a programação, a linguagem, o objetivo e os passos são os mesmos. E o mais importante: a unidade, a paz e a serenidade que reina.

Enfim... aprendi mais um pouco. Revi sentimentos e experiências e refleti muito.
É um momento especial. Um momento, que dou a mim mesmo, um tempo comigo e para mim.
Ouvir o aprendizado e o crescimento do outro faz com que eu me remeta ao meu próprio.
É uma espécie de espelho e projeção.
E se ver no outro, é uma forma de se ver diferente. Porque o outro usa o seu tom, as suas palavras e a sua forma de interpretação. É como ter outra possibilidade de nos vermos de forma diferente daquela que estamos acostumados.

É crescimento..
É unidade.
A consciência de que não estou só.
Pura e simplesmente.


sábado, 24 de maio de 2014

Diante de um adicto

Depois de alguns anos, “afastada” da realidade e convivência com a adicção, passei por uma experiência que, embora tenha me abalado, também mostrou que estou evoluindo na prática do desligamento.

Aconteceu no âmbito de trabalho.
Tive que lidar com uma situação de delito, ocorrida nas dependências de um cliente por um funcionário recém-contratado e em experiência.
Nesses vintes dias, até ocorrer o episódio, já tinham acontecido diversas situações de atraso e escassez de dinheiro.

Comportamentos um tanto quanto “estranhos” para um período de experiência que, somados a aparência e estado físico demonstravam claramente que havia algo errado.

Era um candidato promissor! Possuía todas as qualidades esperadas para o perfil – e essa expectativa velava os indicadores negativos.

Enfim, o episódio veio à tona. As cenas estavam gravadas e com elas as cortinas se abriram.
Estava lá eu, diante de um adicto, recém contratado e que tinha tudo para continuar na empresa.

Primeiro passo – liguei para o cliente para esclarecer e amenizar o episódio.
Em paralelo, todas as ações para localizar o envolvido.
O cliente surpreendeu a todos. Manteve as coisas separadas o que não afetou em nossas relações comerciais e ainda “deu uma lição de vida” para o nosso envolvido.

Segundo passo – resolver a relação do envolvido com a empresa.

A primeira parte era complicada por envolver relações com terceiros e aspectos financeiros. Mas era racional. Bastava usar de inteligência, comunicação, busca da compreensão (e fui muito felizarda) e assim, tudo se resolveu.

Esta segunda parte dependia de um equilíbrio entre o racional e o emocional.
E foi um teste para mim.

Desliguei o funcionário, sem abrir mão da entrevista de desligamento.
Fechei uma porta para ele – no meu papel profissional, não podia ser diferente.
Mas abri outra.
Conversei abertamente sobre a adicção, sobre a história de vida dele (pessoal e profissional que já conhecia) e fiz um paralelo entre as duas.
Não o julguei e nem o condenei e nem me compete isso.
Apenas apontei o caminho que ele está, e os caminhos que ele pode escolher.
Apresentei a programação dos doze passos
E me coloquei a disposição (pessoal), se e quando houvesse interesse e disponibilidade

Durante essa entrevista o conflito era gritante.
A vontade era de “pegar no colo” mesmo sabendo que esse não era meu papel e nem minha responsabilidade.
Consegui me superar.
Consegui deixá-lo ir sem me sentir abandonando-o.

Foi a primeira vez que me vi praticando o desligamento com amor, da forma como tenho lido esses anos todos.
Ficou um “pesar” de culpa – de “podia ter feito algo” (mesmo sabendo que não cabe)
Mas, ao mesmo tempo, ficou o alívio de que “essa responsabilidade não é minha”.

Nesse dia, fiquei meio esvaziada, sem energia.
Mas uma boa noite de sono, e acordei bem!!

E continuo bem, só por hoje!

terça-feira, 13 de maio de 2014

Sinais positivos

E estou me referindo a muita coisa.
Estou passando por uma fase que parece ser, ao mesmo tempo, boa e ruim.
Simplesmente consigo ver os dois lados da situação.
E estou bem por isso.
Às vezes, o que nos assusta e que parece ser ruim acontece. E então percebemos que o que era ruim era justamente o que estava vivendo. E quando isso acaba o que se apresenta é o claro, a leveza e o bem estar.

Quando “penso” que não estou bem, mudo minha rotina e deixo de fazer muita coisa que gosto, que preciso e que me faz bem...

Já faz algum tempo que me ausentei da programação.
Mas hoje percebo que, embora tenha deixado de ir às reuniões, eu não me ausentei da programação. Eu estava ausente de tudo, até de mim mesma...

E os sinais? Onde entram?
O tempo todo.
Hoje percebo que basta se permitir. Manter a mente aberta para que possamos enxergá-los.

Só hoje, pude me permitir dois deles.
Completamente esvaziada, fui “relembrada” dos meus passos... e eles estavam distantes...
O fato de ter sido “relembrada” de uma forma um tanto quanto negativa serviu como um antídoto para essa ausência de vida.

Outro sinal que me trouxe de volta foi um contato daqui.
Um simples contato funcionando como um chacoalho me mostrando o lado “bom” e saudável que eu estava quase esquecendo.

E sabe o que é isso?
Nada mais que o resultado do que tenho da programação.
Reflexo de ajuda mútua e recíproca.

E os sinais?
São divinos.
E sou grata por crer nesse PS

Sou grata por ter a programação.
E muito grata por ter vocês.
Só por hoje

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Separações e Perdas

Esse é o meu momento atual.
Vivendo uma fase de dupla separação... uma de ordem pessoal e outra de ordem profissional.
Mas o foco não está na separação. Mas na perda, e no vazio que fica.

E nesse vazio (que sobra um espaço enorme), penso nas perdas que tive durante a minha vida.

Sei que, muitas vezes, a separação é necessária.
Também sei que não só perdemos com ela. 
Essa é a lei natural da vida: fazemos escolhas o tempo todo... e com elas, ganhamos e perdemos algo.

Preciso focar nos meus ganhos para me sentir melhor. Concentrar-me no percurso em frente e abandonar essa sensação de construção interrompida.

Frustração.

É como decidir construir uma casa... colocando cada tijolinho... e no meio da construção, olhar para a obra, e não ficar contente.
E então abandonar tudo e jogar fora todo o esforço investido.

Faz parte.
A vida segue.
O abandono, a interrupção, a desconstrução ficam para trás.
E o que sobra é o momento presente, simplesmente esvaziado.

sábado, 12 de abril de 2014

12 coisas que preciso


Aprendi com a programação e com o passo quatro a trazer as coisas para mim (na primeira pessoa)

Aqui, eu usei a matéria “15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz” do site: http://thesecret.tv.br/2013/08/15-coisas-que-voce-precisa-abandonar-para-ser-feliz/#at_pco=smlwn-1.0&at_tot=1&at_ab=per-undefined&at_pos=0

A matéria me agradou, por isso, fiz uma adaptação em 12 itens, colocando-os para mim.

1. Preciso desistir dessa minha necessidade de estar sempre certa.
É insuportável a idéia de estar errada. Querer ter sempre razão é muito bom. Mas corro o risco de acabar com os meus relacionamentos ou causar estresse e dor, para mim e para os outros. E não vale a pena, mesmo.
Sempre que eu sentir essa necessidade “urgente” de começar (ou continuar) uma briga sobre quem está certo e quem está errado, devo perguntar a mim mesma:
“Eu prefiro estar certa? ou ser feliz e ficar bem?”
Que diferença fará estar certa?
Será que meu ego é mesmo tão grande assim?

2. Preciso desistir dessa minha necessidade de controle.
E para isso, preciso estar disposta a abandonar a minha necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece comigo e ao meu redor.
Deixar que tudo e todos sejam exatamente o que são.
Eu já experimentei isso, e sei que a sensação é ótima.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Preciso parar de culpar os outros, reclamar e criticar.
O que sinto ou deixo de sentir é responsabilidade minha.
Ninguém pode me deixar infeliz, nenhuma situação pode me deixar triste, a não ser que eu permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em mim, mas como escolho encará-la.
As coisas, eventos ou pessoas podem ser diferentes de mim.
Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais.

4. Preciso abandonar os pensamentos autodestrutivos e as crenças limitadoras
Sobre quem posso ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível.
Não devo acreditar em tudo o que a minha mente está me dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Eu sou melhor do que isso.
Não devo permitir que minhas crenças restritivas me deixem empacada no lugar errado.
Tenho que abrir as asas e voar!

5. Preciso aprender não ter necessidade de impressionar os outros.
Devo ser gentil, ter paciência e tolerância. Mas devo ser quem sou. Tentar ser algo o que não sou não vai me deixar bem e não funciona dessa maneira.
No momento em que paro de tentar ser o que não sou, que tiro todas as máscaras e aceito quem realmente sou, descubro que as pessoas são atraídas por mim – sem esforço algum.

6. Preciso abrir mão de resistir à mudança
Mudar é bom. É o que vai me ajudar a dar passos e ir de um ponto a outro.
Mudar pode melhorar a minha vida e também as vidas de quem vive ao meu redor.
Devo seguir a felicidade e abraçar a mudança – sem resistências.

7. Preciso esquecer os rótulos. 
Parar de rotular pessoas, coisas e situações que não entendo como se fossem esquisitas ou diferentes.
Isso é o manter a mente sempre aberta.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

8. Preciso abandonar os meus medos
Quando tenho a fé num Poder Superior, não preciso ter medo...
O medo usa muitos disfarces. Pode estar por trás da fachada de desprezo silencioso, da recusa passiva ou de um estado meio morto de insensibilidade.
Posso envolver-me no manto do medo e dizer Não.
“Não, eu não irei”, “Não, eu não tenho nada a dizer”, “Não, eu não posso fazer isso”.
Posso permanecer trancada, ou posso entrar em ação.
“... Devo fazer aquilo que penso que não posso fazer.” Eleanor Roosevelt

9. Preciso desistir de todas as desculpas
Não preciso delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, na maioria das vezes, nem são reais.

10. Preciso deixar o passado no passado
Tenho que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que tenho.
Preciso estar presente em tudo que faço e aproveitar a vida, um dia de cada vez.
Viver o dia de hoje, sempre. Só por hoje.

11. Preciso desapegar do apego
É muito difícil, mas não impossível.
Com o desapego, melhoro a cada dia. E isso requer tempo e prática.
Mas não significa desistir do meu amor pelas coisas ou pessoas. – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego tem relação com o medo, enquanto o amor… (bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir),
O resultado é a calma, tolerância e serenidade. Um estado que é possível compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

12. Preciso viver a minha vida segundo as minhas próprias expectativas
Não preciso viver a minha vida de acordo com o que outras pessoas pensam ou esperam.
Preciso ouvir mais a minha voz interior, minhas intuições e manter o equilíbrio sobre minhas emoções e minha própria vida
A vida é minha. Eu a tenho – e é agora –













domingo, 6 de abril de 2014

Lembrete de cabeceira

Ir às reuniões está sendo, entre outros significados, um lembrete de cabeceira para mim.
Lá eu lembro que não existe dor que não possa ser superada.
E mesmo pensando que estou indo por ir, sempre volto com “algo” esclarecedor, que complementa e que alivia.

Antes eu só percebia como uma recarga de bateria emocional e espiritual.
Hoje, tem sido mais que isso. É uma espécie de sininho dentro de mim, lembrando-me de tudo que já sei, mas que esqueço ou deixo adormecer no dia a dia.

Em cada palavra, em cada experiência, em cada comentário da literatura...
Em cada detalhe e em todos eles, sempre há algo que serve pra mim.

Trazer o foco pra mim mesmo
Cuidar de fazer primeiro as primeiras coisas
Pensar e agir, em vez de reagir

Estes são só alguns exemplos que me despertaram hoje.
Mas o fundamental é não esquecer que não estou sozinha
E, principalmente, buscar e manter a serenidade.

Porque essa sensação não tem preço.
Só quem já experimentou algum momento de serenidade sabe a maravilha que é.
E a importância de manter o foco.


Só por hoje!

sábado, 29 de março de 2014

Benefícios dos 12 passos

Há pouco tempo, eu me incomodaria com opinião X ou Y a respeito de qualquer coisa.
Hoje, me pego ouvindo ou “lendo” algo que me incomoda (tipo alguma opinião ou julgamento) e simplesmente reflito a respeito. Pego uma ruflles pra comer, vejo TV ou ouço uma canção e esqueço. E nem preciso mais contar até dez.

Fazer primeiro as primeiras coisas e viver um dia de cada vez, são lemas, que me ajudam a controlar a ansiedade, quando tenho inúmeras coisas para fazer.
Além disso, com essa prática, consigo estabelecer metas e cumprir uma de cada vez. Se alguma coisa ficou sem fazer, eu penso “não era prioridade” e ainda penso “só por hoje”, não deu pra fazer”.

A consciência da impotência adquirida com a aceitação de tudo que não posso modificar traz conforto e acalma a alma.

Quando me sinto bloqueada (por qualquer razão que seja), penso que posso dar um passo e ir seguindo com calma, porque o que importa é ir seja em qual ritmo for. E ainda lembro que devagar, se vai longe.

“Viver e deixar viver” refere-se a uma prática que me conscientiza de que cada um deve viver a sua vida.  Que cada um tem a sua opinião, sua forma e seu jeito. E que não existe certo ou errado. E eu preciso ter esse lema como um sininho no meu pensamento. Salvou-me de alguns desastres e coloca-me no meu devido lugar, muitas vezes.

E por fim, quando meus sentimentos tornam-se insuportáveis, e não tenho controle sobre eles, peço a Deus que os remova do meu coração.
E nossa!! Como isso funciona!!

Muitos conseguem isso, a partir de alguma religião ou meditação. Outros já nascem com esse dom. Eu, por algum deslize no meu percurso, precisei aprender. E aprendi com a programação.

E só tenho a agradecer.
E só posso continuar voltando.
Porque comigo funciona!


Bora lá, indo pra uma reunião recarregar as baterias.

sábado, 22 de março de 2014

Atitude



Ter atitude não significa ser bom ou ruim. Ter atitude é ser autêntico, sincero, verdadeiro consigo mesmo e com o próximo. É usar a intuição no primeiro momento, é ter firmeza sobre o que diz e sobre o que vai fazer, é ser rápido no raciocínio e usar o coração nas decisões.

Muitas pessoas perdem oportunidades por falta de atitude, e muitas sofrem de depressão por que não tomaram uma atitude no momento certo. Ter atitude é ser positivo, é fazer o que tem que ser feito na hora certa, no agora, no momento presente. Quem tem atitude não deixa nada para amanhã. Há pessoas que pensam bem antes de tomar uma atitude. Quem pensa no amanhã não tem atitude e sim medo.

Existe a atitude planejada: aquela que você acorda, planeja fazer alguma coisa e faz. Caso não aconteça o que você havia planejado, você deverá procurar tomar outra atitude para mudar a estratégia sem ferir o seu objetivo.

Toda atitude tomada é correta, desde que seja a sua atitude e de preferência tomada com o coração, dentro da razão. Você deseja alguma coisa e quando consegue, sabe que é apenas o começo de uma trajetória.

Tomar atitudes significa praticar a intuição sem medo. Ser intuitivo é se entregar ao presente como se fosse o seu último momento, dando total atenção ao que está se passando à sua volta no agora. Ser intuitivo é colocar o planeta na palma de uma mão, e com a outra irradiar amor, paz, compaixão. Ser intuitivo é estar presente, é colocar a batida do coração no ritmo do Universo, na mesma sintonia.

Quando se confia no que foi estudado, no que foi aprendido, quando se confia em si mesmo e em Deus, tem-se atitude. Quando se quer fazer alguma mudança interior, só se consegue com atitude. Parar de fumar depende mais de atitude do que de quaisquer outros métodos. Se desejar alguma coisa importante, só vai conseguir se tomar uma atitude, que muitas vezes não é do seu agrado, mas é importante para a trajetória que você escolheu.

Não devemos tomar atitudes para agradar os outros. Ninguém conseguiu tal êxito no planeta. Mas podemos tomar atitudes de compartilhar os mesmos agrados com os que estão à nossa volta.

Podemos ver que tudo em nossa vida depende de atitudes. Há gente que diga: você não fez isso ou aquilo por falta de atitude! Na verdade, não foi falta de atitude, e sim a atitude de não fazer o que deveria ser feito.

Percebeu o quanto a atitude faz parte das nossas vidas? Mas, há as fortes atitudes: essas que você tem que tomar para mudar alguma coisa em si mesmo. Esta atitude de mudança de comportamento do nosso interior tem que ser agora, o seu coração tem que dar uma ordem para seu cérebro dizendo: “Estou mudando meu modo de ser para me sentir melhor, para ser uma pessoa melhor para mim mesmo, para minha família, para meus amigos, para o mundo”. É esta a atitude que você precisa tomar, e deve ser agora. É esta atitude que todos esperam de você.

“Ah! Não preciso mudar!” Engano seu! Todos os dias podemos ser uma pessoa melhor. Uma atitude pode mudar sua vida para sempre, para melhor ou para pior. Se sua atitude for tomada pelo pensamento, tem que tomar cuidado com os resultados. Se for tomada pelo coração, a possibilidade de ser a certa aumenta muito.

“Não tem mais jeito, estou muito velho(a) para mudar!” Nada disso! Você não tem idade. O tempo é contado e inventado pelo homem. Para Deus você tem vidas e vidas. O tempo não existe, nunca é tarde para nada, assim como nunca é cedo para tomar qualquer atitude. Mas tudo tem a sua hora certa. Para a atitude, o amanhã não existe. Tudo tem que acontecer no agora. Não deixe de tomar qualquer atitude pelo sentimento de pena. Quem traz o sentimento de pena não toma atitudes verdadeiras.

Então, não tenha medo de nada. Tome uma atitude agora. Se quer viajar, viaje... se quer amar, ame... se quer alguém, vá à luta... se quer estudar, estude... se não gosta mais do seu parceiro(a), fale agora. Tome a atitude de falar sempre a verdade. Seja verdadeiro com o seu coração.

Tome a atitude de ser feliz, vivendo somente no momento presente. Deixe o passado, ele não volta mais. O futuro é agora. O futuro é sua atitude neste momento.

Texto de: Bernardino Nilton Nascimento

terça-feira, 18 de março de 2014

Mudando o foco, de novo!

Quando ingressei no grupo de doze passos, eu acreditava que aquele grupo iria me orientar num caminho confuso do qual estava atravessando.
Eu não acreditava que tivesse qualquer problema... Pensava que era só uma fase turbulenta.
Prepotência né? Quem não tem algum tipo de problema?
Enfim, o programa não só me orientou nesse caminho confuso que eu me encontrava, como me fez ver e pensar coisas das quais nunca tinha pensado.
Ajudou-me a rever conceitos, a me olhar por dentro e, principalmente, a olhar tudo a minha volta, com outros olhos.
Ajudou-me a lidar com situações e emoções de forma mais equilibrada.

Hoje, com algum tempo de programação, admito que quanto mais avanço, mais tenho a aprender.

Passei os últimos meses em estado de instabilidade em relação à programação – talvez, uma recaída? ...
Pode até ser... Afastei-me, e acho que até regredi em alguns pontos...
Mas o pensamento continuava lá... Nos passos, nos lemas, nas partilhas...

Publiquei, inclusive, algumas postagens que indicavam meus questionamentos sobre ir ou não ir às reuniões.
Sentia-me inadequada, às vezes. E a realidade dos momentos já não era minha realidade.

Refleti sobre a minha insatisfação.
E consegui acalmar minha angustia quanto a isso.
Decidi que eu precisava de outro espaço, de outras pessoas e de outras partilhas.
E não estou virando as costas para o meu grupo de ingresso. Este será meu padrinho, na minha memória e no meu coração. E serei grata, eternamente. Pela iniciação, pelo acolhimento, pela troca de experiências e tantas coisas mais...

Está programado para esta semana conhecer a nova comunidade.

Continuarei na programação dos doze passos, só que com outro foco. E acredito mais compatível com minha realidade atual.
Também não vou abandonar repentinamente minhas origens. Até porque, fazemos laços que permanecem para toda uma vida.

E em agosto, ainda tenho o nosso encontro para ir... E estarei lá!!

segunda-feira, 10 de março de 2014

Bla, Bla, Bla...

Palavras... Palavras... Palavras...

Mas o que são elas?
Quando se perdem no nada...
Quando indicam o sul e as ações, o norte.

Até onde é possível não reconhecer um paralelo entre o que se diz ... e o que se fala?

O quanto posso reconhecer de expectativa nisso?
Talvez cinqüenta por cento – ou talvez cem – ou talvez nada.

Não estou insana.
Só gostaria de fazer um mero reconhecimento e ter alguma certeza... o mínimo que fosse...
Ou tenho alguma? E não consigo encarar?

Não quero mais ouvir
Quero ver!
Sentir!
Vivenciar!

Será por isso que o silencio é tão valioso?
Porque é nele que se ouve, que se sente, que se observa...
Porque é nele que as entrelinhas percebidas, são sinceras.
Tem que ser.
E a partir disso, a ação seria tanto quanto...

Mas... o que fazer com os sinais... se são tão reais?

Ainda não consigo compreender essa minha blindagem...
que se cristaliza aqui, na linguagem.

Eu só preciso de sabedoria para distinguir a diferença...
E, talvez, rever minhas crenças...

E agora, só peço muita, mas muita paciência e muita serenidade...

Porque... só por hoje,  está muito difícil.