Precisamos aprender e nos treinar a autorizar-nos a
ter limites, para tudo o que consideramos que seja razoável.
Então, como
descobrir os nossos limites?
Em primeiro lugar, é improvável que os nossos
limites sejam bem sucedidos se forem:
·
Focados em mudar o outro
·
Baseados no ressentimento
ou raiva
·
Limitados a prazos
Uma das razões pela qual estes não funcionam é que o
outro pode sempre fazer alguma reclamação sobre seus limites. Por exemplo, argumentando
que você está sendo arbitrário ou cruel.
Outra razão, é que, quando focamos em mudar o outro,
além de não estabelecermos limites, estaremos invadindo território impróprio. O
que, com certeza, gerará uma grande frustração para todos.
E toda ação ou reação movida a grandes emoções (principalmente
as negativas) não trazem bons resultados.
E quanto a prazos – os limites são limites – e estes não
tem data de validade.
Não estabelecer limites permite que o outro
jogue ou manipule.
Então quais
são as bases de bons limites?
Meu aprendizado sugere que as fronteiras
serão bem sucedidas se forem:
·
Focadas em minhas
próprias necessidades e valores
·
Uma expressão de
amor-próprio e auto cuidado
·
Sejam compassivos, mas
realistas.
Se delimitarmos nossa área de acordo com o que
escolhemos para nós, ficaremos mais firmes e mais seguros quanto a nossa decisão.
Colocando sentimentos positivos e não perdendo de
vista a nós próprios, não perderemos o foco do nosso objetivo.
E ser compassivo, é ser humano sem perder o sentido da
realidade ao que nos propomos.
Levamos um tempo para aprender a andar.
Com muito queda e muito treino,
aprendemos.
E em tudo é assim. Por isso, focamos
primeiro as primeiras coisas.

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