Páginas

quinta-feira, 4 de julho de 2013

LIMITES

Precisamos aprender e nos treinar a autorizar-nos a ter limites, para tudo o que consideramos que seja razoável.

Então, como descobrir os nossos limites?

Em primeiro lugar, é improvável que os nossos limites sejam bem sucedidos se forem:

·        Focados em mudar o outro
·        Baseados no ressentimento ou raiva
·        Limitados a prazos

Uma das razões pela qual estes não funcionam é que o outro pode sempre fazer alguma reclamação sobre seus limites. Por exemplo, argumentando que você está sendo arbitrário ou cruel.
Outra razão, é que, quando focamos em mudar o outro, além de não estabelecermos limites, estaremos invadindo território impróprio. O que, com certeza, gerará uma grande frustração para todos.
E toda ação ou reação movida a grandes emoções (principalmente as negativas) não trazem bons resultados.
E quanto a prazos – os limites são limites – e estes não tem data de validade.

Não estabelecer limites permite que o outro jogue ou manipule.

Então quais são as bases de bons limites?

Meu aprendizado sugere que as fronteiras serão bem sucedidas se forem:
·        Focadas em minhas próprias necessidades e valores
·        Uma expressão de amor-próprio e auto cuidado
·        Sejam compassivos, mas realistas.

Se delimitarmos nossa área de acordo com o que escolhemos para nós, ficaremos mais firmes e mais seguros quanto a nossa decisão.
Colocando sentimentos positivos e não perdendo de vista a nós próprios, não perderemos o foco do nosso objetivo.
E ser compassivo, é ser humano sem perder o sentido da realidade ao que nos propomos.

Levamos um tempo para aprender a andar.
Com muito queda e muito treino, aprendemos.

E em tudo é assim. Por isso, focamos primeiro as primeiras coisas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

A sua opiniao é muito valiosa!