Palavras... Palavras... Palavras...
Mas o que são elas?
Quando se perdem no nada...
Quando indicam o sul e as ações, o norte.
Até onde é possível não reconhecer um paralelo entre o
que se diz ... e o que se fala?
O quanto posso reconhecer de expectativa nisso?
Talvez cinqüenta por cento – ou talvez cem – ou talvez
nada.
Não estou insana.
Só gostaria de fazer um mero reconhecimento e ter
alguma certeza... o mínimo que fosse...
Ou tenho alguma? E não consigo encarar?
Não quero mais ouvir
Quero ver!
Sentir!
Vivenciar!
Será por isso que o silencio é tão valioso?
Porque é nele que se ouve, que se sente, que se
observa...
Porque é nele que as entrelinhas percebidas, são
sinceras.
Tem que ser.
E a partir disso, a ação seria tanto quanto...
Mas... o que fazer com os sinais... se são tão reais?
Ainda não consigo compreender essa minha blindagem...
que se cristaliza aqui, na linguagem.
Eu só preciso de sabedoria para distinguir a diferença...
E, talvez, rever minhas crenças...
E agora, só peço muita, mas muita paciência e muita serenidade...
Porque... só por hoje, está muito difícil.

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