Compartilhando minha experiência no aprendizado da programação dos doze passos.
sábado, 6 de abril de 2013
Papeis e Formas
Desempenhamos diversos papeis em nossas vidas.
Alguns por escolha, outros por condições sociais, naturais.
Em cada papel temos uma atuação uma responsabilidade, uma missão.
Alguns desempenhamos tranquilamente, outros com dificuldades.
Alguns nos tornam felizes, outros não.
E são papeis. É a forma (espontânea ou imposta) de como nos colocamos no mundo.
Alguns ficam no passado, outros estão por vir.
E em cada papel atual, usamos o nosso aprendizado do que ja vivemos e nos preparamos para os que virão.
As vezes temos escolhas... outras não.
Ao desempenhar o papel de ser humana, devo aceitar o que a vida me apresenta e fazer o melhor.
Isto é um grande desafio.
Porque herdar as crenças e acreditar nelas, é fácil.
Difícil é aceitar algumas missões que estão destinadas para nós.
As vezes, passamos por elas sem entende-las.
Outras vezes, olhamos para trás e podemos perceber o porque de algumas coisas acontecerem em nossas vidas.
E esse, é o papel da vida.
De vez em quando penso o quão difícil é aceitar, viver e trilhar o caminho tao diferente daquilo que sonhamos.
Mas será que o que sonhamos seria mais fácil de aceitar, viver e trilhar?
Faço-me perguntas e penso nos meus papeis.
As respostas e conclusões (se houverem) são meros devaneios.
De fato, penso que o que realmente importa
é a forma como desempenho cada papel a que estou destinada
e como reajo a cada um deles.
porque a vida simplesmente passa...
algumas coisas vão ficando para trás...
outras vão se estendendo pela frente.
E o que prevalece... é o que faço agora!
E esse, é o papel da vida.
domingo, 31 de março de 2013
Passos lentos
Tenho andado em círculo nos três primeiros passos da
programação.
1- Admito-me impotente diante de tudo que está fora de mim.
2- Acredito que um poder maior pode manter a minha sanidade.
3- Entrego minha vontade e minha vida a esse poder maior.
E estanquei nisso.
Por isso às vezes, fico congelada, ao que parece, na inação.
Tudo o que eu realmente posso fazer é trabalhar os passos um a um e
mantê-los em foco, sem pressa ou sobressaltos.
As respostas virão a partir desse processo. Vou descobrir isso para
conseguir seguir adiante.
Imaginei que discorreria pelos doze passos fácil e
rapidamente, meio que a passos largos...
Hoje sei que não é assim que funciona, e confesso, estou definitivamente
em passos lentos.
Estou aprendendo tudo de novo.
A vida prospera em drama. O melhor que posso fazer (a primeira talvez) é
deixar de ser parte do drama.
E tento apenas compartilhar minhas experiências, pois isso funciona para
mim.
Eu sei que aprender a gerir os meus próprios medos, acreditar e entregar
são fundamentais para esse processo.
Eu só preciso achar o caminho. E depois... não sair dele!
Desejo a vocês uma linda semana e um ótimo inicio de mês!
quarta-feira, 27 de março de 2013
O Príncipe e o Sapo
Ouvi uma história que me impressionou, e fiquei dias pensando nela.
Resolvi editá-la em forma de parábola, usando os nomes fictícios João e
Maria, em respeito à tradição do anonimato.
Maria contou...
... Que alguns anos atrás, conhecera um homem. Ele era simples e comum,
pois no primeiro momento, nada de especial podia ser visto nele. Aos poucos, no
dia-a-dia da convivência passou a vê-lo como um príncipe que, em tudo, se
mostrava nobre e belo.
Depois de algum tempo, Maria percebeu um fato estranho: - João simplesmente
desaparecia de vez em quando. E mais algum tempo depois, soube o motivo: - Ele
era adicto. E o seu desaparecimento indicava que tivera uma recaída no uso.
Maria conta que, nesse início, não entendia muito bem o que era a adicção.
Mas percebia inconscientemente que João, de príncipe, transformava-se em sapo.
Quando voltava, após seus desaparecimentos, João ainda apresentava
traços de sapo. A transformação acontecia lentamente e, aos poucos, o príncipe
estava lá de volta, inteiro e lindo.
Mas essa transformação acontecia também no sentido contrário.. O
príncipe, de repente, mostrava sinais que indicavam que logo, muito logo, ele
se tornaria um sapo novamente.
E isso aconteceu por alguns anos. Ora príncipe, ora sapo.
Maria odiava o sapo. Amava o príncipe. E ambos residiam na mesma pessoa.
Seu desejo era ter João como príncipe eternamente ao seu lado. Mas isto,
não dependia dela, pois a decisão de se transformar (ou não) em sapo, cabia
somente a ele.
O seu príncipe estava nos sonhos, no passado, no desejo. E o que se manifestava,
cada vez mais freqüentemente, era o sapo, feio, incomunicável, irracional.
A transformação acontecia de forma progressiva, lenta e determinante.
Um dia qualquer João desapareceu. Maria sabia que era, mais uma vez, o
sapo prevalecendo. O que ela não sabia é que aquela transformação seria a
última.
Ele voltou sim. Mas voltou sapo. Não apresentava mais, nenhum indício de
que o príncipe pudesse estar ali.
João voltara, somente para mostrar, que o príncipe tinha ficado no
pântano.
Maria então abriu a porta e deixou o sapo partir.
Ela sabia que o príncipe estava lá e que estava indo junto.
Mas essa decisão, de ser príncipe ou sapo, de ficar ou ir, era só dele!!
Não vou comentar muito. Existem muitas reflexões a serem tiradas dessa
história.
Para mim, entre outras tão importantes quanto, fica:
o lema: Viva e
deixe viver ,
o primeiro passo: Admitir-se impotente
e uma reflexão sobre
“desapego”
Beijos e um feriado cheio de chocolates!! Feliz Páscoa!!
domingo, 17 de março de 2013
Agradecimentos
Muito feliz com a estatística de ontem.
O blog atingiu 1000 visualizações de página.
Quando iniciei este blog, em dezembro de 2011, não tinha
noção da proporção do mesmo. Ingenuamente, imaginava que era como escrever num
diário. Ninguém iria ler, ou no máximo, apenas aqueles que eu convidasse ou
enviasse o arquivo.
Iniciei timidamente, com 3 escritos antigos que nada
tinham a ver com o tema. E em seguida, comecei a postar minha experiência com
os doze passos.
Cresci nesse aprendizado. Também cresci com esse blog.
Hoje tenho certeza que nada é por acaso, e em breve postarei
algo explicitando isso. Sobre pensar no sofrimento de uma situação, e descobrir
que esta situação acontece justamente por um motivo especial.
Percebi ao longo desses meses, uma demanda de leitores
estrangeiros. Por isso, fui estudar algumas ferramentas do blogger, e fiz
algumas alterações e inserções. Uma delas, visando este público, foi colocar a
ferramenta do Google tradutor. Agora, os leitores estrangeiros, podem traduzir
online, a página do blogger.
Feliz com o acompanhamento, em saber que consigo
dividir e compartilhar este meu aprendizado, agradeço os leitores que me enviam
emails, os amigos que compartilham comigo em off sobre esta experiência, os membros,
e todos do meu circulo, por estarem comigo nesta experiência, que hoje percebo
como simplesmente, maravilhosa!
Sem ela, não teria conhecido esse contato com o Poder
Superior, não teria essa auto percepção e não estaria engajada, da forma que estou,
nesta busca de querer melhorar, um dia de cada vez.
quinta-feira, 14 de março de 2013
Exposição
Fui questionada em off, por algumas pessoas sobre minha exposição neste
blog.
Por isso, resolvi postar este tema.
Como descrito no meu perfil, escrevo
sem regras e sem critérios, escrevo pensamentos, sentimentos e experiências de
vida. E me coloco neste blog, de maneira autentica ao momento que estou vivendo
e sentindo. Não penso para escrever, simplesmente deixo minha alma colocar em
palavras a descrição do meu momento.
E não considero isso uma exposição. Meu conceito de exposição é outro. É
ter minha vida, minha intimidade, minha privacidade revelada, exposta, sem
minha autorização. É ser traída por pessoas nas quais confiava. É descobrir que pessoas que conhecia há anos, não são quem eu pensava... enfim...
a lista do meu conceito de exposição é infinita.
Escrevo porque gosto de escrever, e gosto de escrever assuntos do meu
momento. O blog tem um objetivo: descrever e compartilhar minha experiência com
os 12 passos. E nessa experiência, eu estou inteira. E não tenho qualquer
motivo para me sentir exposta nesta experiência. Afinal, a experiência é minha
e como a divido é de minha responsabilidade.
Sinto muito orgulho de mim mesma. Do que sou e do que faço. Nunca tive
motivos para mudar de calçada ou para baixar a cabeça. E esta minha experiência
é mais um motivo de orgulho, por isso a divido aqui.
Alem disso, gosto de saber que minhas experiências podem ajudar algumas
pessoas.
Sei que a regra é: “pegue o que for bom para você, e deixe o resto”. Aqui
neste blog é a mesma coisa. O que é bom para mim, pode não ser para outro, e
vice versa. Por isso, sugiro que faça isso!
Apesar desse orgulho todo, cometo erros, tenho recaídas no meu
aprendizado e ainda sei que estou longe de ser perfeita, mas busco melhorar um
dia de cada vez.
Por fim, acredito ter conseguido resumir este tema sobre exposição.
Aos que me perguntaram como “anônimo” – espero que se sintam atendidos
na resposta.
E obrigada por estarem comigo,
Beijooo by Bete Lima
quinta-feira, 7 de março de 2013
Sem palavras
Eu estou num momento em que não encontro palavras para simbolizar
qualquer coisa (o que sinto, o quero, o que espero...)
É diferente de vazio – quando sentimos um nada.
É diferente de tristeza – quando sabemos o porquê estamos tristes.
É um momento confuso em que os pensamentos não se organizam e os
sentimentos se misturam.
Fica tudo sem lógica e sem razão.
E as palavras não vêm.
E quando vêm, aparecem soltas e formam idéias desconexas.
A carta de Caio Fernando Abreu, escrita para Vera Antoun, descreve um pouco
essa sensação:
“Não fique pensando em mim, não fique esperando
nada de mim, não invente estórias. Eu preciso ficar sozinho algum tempo e
deixar que naturalmente tudo se tranqüilize dentro de mim. Para então ver o que
eu posso realmente dar a você ou a qualquer outra pessoa. No momento não tenho
mesmo nada. Só coisas escuras. Prefiro guardar comigo.”
Isso não tem nada a ver com a situação externa – local, pessoas
Porque se fosse externo, mudaria de local, procuraria a pessoa e tudo se
resolveria. Simplesmente.
Isso é interno, complexo e indefinível.
Vander Lee, na composição “Onde Deus Possa Me Ouvir” também retrata um
pouco essa sensação:
“Sabe o que mais quero
agora? Sair, chegar lá fora e encontrar alguém que não me dissesse nada e não
me perguntasse nada também, que me oferecesse um colo, um ombro... Deixa eu
chorar até cansar, Me leve pra qualquer lugar Aonde Deus possa me ouvir
Minha dor, eu não consigo compreender, eu quero algo pra beber... me deixe aqui, pode sair... “
Minha dor, eu não consigo compreender, eu quero algo pra beber... me deixe aqui, pode sair... “
Mas isso é só um momento...
que palavras não descrevem...
E que também passa!
Por ora, eu só tenho a certeza que preciso me concentrar na programação e no estudo dos passos e voltar com um post pertinente...
Desculpem-me...
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Olhar para trás...
Eu li em algum lugar, algo sobre olhar para trás.
Era algo relacionado com o olhar no espelho retrovisor
enquanto dirigimos.
Precisamos olhar para trás, de vez em quando, para
evitar situações perigosas, mas se continuarmos olhando muito tempo, ou muito freqüentemente,
ocorrerá falhas na direção.
A mesma coisa aplica-se em olhar para trás para o
nosso passado com muita freqüência.
Tenho olhado para trás o tempo todo...
E este olhar me faz rever tudo o que eu fiz de errado e
em que acertei. E me direciona para a busca de um crescimento mais saudável.
Ao olhar para trás, sigo em frente buscando continuamente
ficar melhor comigo mesma, me olhando por dentro e revendo minhas próprias
reações e decisões, em vez de olhar para fora, para culpar ou responsabilizar os
outros pelos meus problemas.
E sigo assim, assumindo as responsabilidades por
minhas atitudes, sem me envolver com ressentimentos.
Isso
me faz cada vez melhor e me possibilita ver as
coisas com mais clareza.
Dessa forma, minha relação com a vida torna-se menos
conflituosa e faz com que eu me sinta cada vez mais autentica comigo mesma.
Um tempo atrás eu disse: que "eu sei o que eu não
posso fazer, mas eu não sei o que eu posso fazer." Estava confusa ainda, sobre o que queria dizer com isso. Hoje, em outras palavras, eu acho que quer dizer que vou
tentar não cometer os mesmos erros que cometi no passado.
E a reconstrução diária de minha própria vida, segue
assim...
com um pequeno passo de cada vez...
olhando para trás, quando necessário,
sem perder o foco da direção em frente.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Eu aprendi...
E nesses trinta poucos dias de vida nova, tenho
descoberto...
Que aprendo coisas novas todo o tempo
E que ainda tenho muito que aprender
que devo fazer as coisas por mim mesma
e não pelo que os outros esperam
que devo me reconstruir todos os dias...
sem me preocupar com o que deixei para trás ou com o
que virá pela frente
que me basta fazer o que sei,
e tentar aprender o que ainda não sei
que devo assimilar o que é bom para mim
e deixar o resto
Aprendi que "Esperar o melhor e lidar com o
resto."
Tornou-se uma
alternativa de sobrevivência.
E que esperar o melhor não significa ter expectativas,
mas ter pensamentos bons.
Aprendi que o que quero para mim, pode não ser o
melhor!
Isto não quer dizer que devo parar de lutar e buscar
Quer dizer que devo “entregar” e “acreditar”
Porque não sei tudo e não tenho todas as respostas
E o que era bom ontem, pode não ser mais...
E tenho treinado a parar de dar tanto espaço na minha
cabeça para o que me faz mal,
me ocupando com o que me faz bem!
Mas somente percebo isso no flagrante de minhas
recaídas...
Porque é com elas, que me fortaleço!
E me refaço... um dia de cada vez!
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Tudo novo, de novo!
Anteontem fez uma semana que me despedi do meu grupo, em razão de minha
mudança de cidade...
Estava me sentindo órfã de grupo...
Foi semana passada e parece que já faz tanto tempo...
Frequentar às reuniões, tem para mim, significados muito especiais:
- Um deles, é que quase sempre parece que recebo “recados divinos”
- outro, é que tenho a sensação de recarregar minha bateria emocional,
espiritual e psicológica.
Nesta ultima reunião, essa recarga foi intensa... acredito que era
porque eu estava realmente precisando.
A primeira leitura sobre Impotência... me fez relembrar todo o meu
aprendizado deste ultimo ano no grupo. E me fortaleceu no sentido de retomar a consciência
de como eu estava, e de como estou hoje.
A segunda leitura, inusitada, foi feita a partir de um jornal cujo
titulo era “Novas crenças... novas escolhas”. Um texto relativamente longo, mas
que dizia sobre “o novo olhar”. E era justamente como eu estava me sentindo,
assim que entrei na sala.
E dessa leitura, extrai que as coisas sempre estiveram ali como estão. O
que muda, é o nosso olhar para aquilo.
Ir às reuniões naranon, de fato, nos faz mudar algumas crenças que, por
sua vez, nos mostra direções diferentes.
A partir destas novas crenças, mudamos nossas escolhas pela mudança do
nosso “olhar”.
Mudei de cidade ... e trouxe comigo a compreensão desse texto e desta
última reunião: de que, qualquer coisa que está ali na minha frente, eu posso
aceitar ou não. A decisão e a escolha é minha!
Esta semana, estou sem grupo e sem reunião, me organizando em minha nova
vida (sinto-me melhor dizendo, em minha vida antiga).
Mas vou buscar um novo grupo! E será logo... pois, bateria descarregada, não
vira...
Estou bem! Bateria ainda não descarregada.
Conseguindo seguir o lema “Primeiro, as primeiras coisas” – estou me acomodando
na recuperação de minha vida e me adaptando nela. Preparei-me para isso dando
um passo de cada vez.
Agora, darei o segundo passo... encontrarei um grupo que me fará tão bem
quanto aquele que conheci, e frequentei no ultimo ano.
Hoje, eu consigo ter certeza disso! Assim como, consigo ter certeza de
tantas outras coisas...
Porque junto com minha mudança, trouxe comigo minhas novas crenças,
minhas novas escolhas e meu novo olhar!
sábado, 5 de janeiro de 2013
DESAPEGO
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| raroevoce.blogspot.com |
Resolvi iniciar o ano falando de desapego.
Porque considero o desapego um sentimento muito difícil de ser
compreendido e de ser praticado.
Às vezes, é confundido com egoísmo,
individualismo, desinteresse... por quem está de fora, e por quem está
envolvido e, inclusive, por nós mesmos.
Uma das definições do dicionário é justamente:
“desinteresse e indiferença”
Por isso digo, é necessário compreender o seu
significado, de acordo com a literatura dos 12 passos, considerando os 12 lemas
e as 12 tradições.
É muito importante e necessário compreende-lo e
treinar a sua prática.
O desapego é uma atitude que se aprende, simplesmente,
a partir de muito treino.
A definição de DESAPEGO – pelo
olhar dos 12 passos:
_Capacidade de permitir que as
pessoas, lugares ou coisas tenham a liberdade de serem eles mesmos.
_É se segurar da necessidade de
resgatar, salvar ou corrigir outra pessoa de estar doente, disfuncional, ou
irracional. Dando a essa outra pessoa o espaço para ser ela mesma.
_Disposição de aceitar que você
não pode mudar ou controlar uma pessoa, lugar ou coisa.
_Desenvolvimento e manutenção
de uma distância segura e emocional - de
alguém que você já deu um monte de poder de afetar a sua visão sobre a vida
emocional.
_Estabelecimento de limites
emocionais entre você e as pessoas que tornaram excessivamente enredadas ou dependentes,
a fim de que todos possam ser capazes de
desenvolver seu próprio senso de autonomia e independência.
_Processo pelo qual você é
livre para sentir seus próprios sentimentos quando você vê outra pessoa vacilar
e falhar e não ser liderado por culpa de se sentir responsável por sua falha ou
vacilo.
_Capacidade de manter um
vínculo emocional de amor, preocupação e carinho, sem os resultados negativos
de resgate, fixação ou controle.
_Colocação de todas as coisas
na vida em uma perspectiva saudável, racional e reconhecendo que há uma necessidade
de se afastar da realidade incontrolável e imutável da vida.
_Capacidade de exercer auto proteção
emocional e prevenção para não experimentar devastação emocional e se manter em
um ponto razoável e racional.
_Capacidade de deixar as
pessoas que você ama.
_Cuidar de aceitar a
responsabilidade pessoal por seus próprios atos.
_Praticar o amor sem ceder a um
pedido de salvação, quando suas ações levam a falhas ou problemas para eles.
_Capacidade de permitir que as
pessoas sejam quem "realmente são'' em vez de que você querer que elas
sejam o que você quer.
_Capacidade de evitar ser
ferido, abusado e em desvantagem, tomado por pessoas que, no passado, foram
excessivamente dependente ou enredadas com você.
Definição traduzida com adaptações do texto
original dos autores: James J. Messina,
Ph.D. Constance M. & Messina, Ph.D. copiado com permissão dos autores e http://www.coping.org/
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