Sempre temos escolhas que nos levam a tomar decisões.
Nesses momentos, faz-se importante lembrar que eu não
preciso lidar com o que não quero ou com o que me faz mal.
Cabe a mim a decisão do que estou disposta a fazer. E
tenho o meu tempo para tomar qualquer decisão sem sucumbir a pressões.
Devo definir limites claros como o que é importante
aqui e agora.
Devo Lembrar-me que tenho o direito e a obrigação de
usar o meu melhor julgamento na tomada de decisões sobre qualquer situação.
Na verdade, seria errado se eu não fizesse isso.
Além disso, as decisões que eu tomar agora podem ser
revertidas mais tarde, se eu achar que elas não funcionaram adequadamente.
Assim como, saberei no percurso, o que funciona e o
que não funciona, e dessa forma, devo agir em conformidade.
Tomar decisões é difícil. É um momento em que vale a
pena lembrar o tempo que passei gastando minha energia e esforço em coisas e situações
inúteis.
É um momento que devo render-me a minha sabedoria
interior, e ficar em paz para escolher e decidir.
Pois não tenho que ser perfeita.
E nem mesmo acertar na primeira vez, pois não tenho
que ter todas as respostas imediatamente (ou talvez nunca).
Talvez esta seja a única maneira de compreender as
conseqüências de minhas escolhas.
E esperar que o meu Poder Superior me leve a um ponto
em que ficarei cara a cara com a verdade.
Não posso saber o que está por vir.
Posso tentar adivinhar, supor... o que não resolve
nada.
Por isso, o correto é deixar e entregar.
Então, prefiro não me preocupar com o que está por
vir. E tento, só por hoje, fazer o que é certo para mim, com sabedoria e
inteligência.
Tento Não criar enfrentamentos. Bastando fazer o que é
necessário para cuidar do aqui ali está.
E só posso fazer escolhas e tomar decisões baseadas no
que eu considerar coerente.
Seria muito bom se houvessem respostas fáceis e
rápidas.
Mas não são.
E mesmo assim, elas vêm. De uma forma ou
de outra.

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