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sábado, 20 de julho de 2013

Segunda chance

Em algumas situações eu pensava que se tivéssemos uma segunda chance tudo seria diferente.
Mas já passei por situações em que não tive a segunda chance e sobrevivi.
Também passei por situações em que tive e dei a segunda, a terceira, a quarta chance... e nada mudou com relação a “primeira chance”.

O fato é justamente esse. A vida continua. O tempo corre. E vivemos o que temos de viver no momento em que vivemos.
Essa coisa de segunda chance... é como se pudéssemos tentar consertar algo que não deu certo, ou como se quiséssemos voltar atrás para fazer algo que poderíamos ter feito (ou não fazer algo que não deveríamos ter feito).

E penso que a vida, talvez, seja como o rio. Corre sem parar. Posso nadar e tentar recuperar aquilo que passou ou posso deixar ir.
Isso é o momento passando na nossa frente.
Segunda chance teria o significado de eu deixar passar... e ficar torcendo para que o mesmo objeto passe novamente pelo rio, porque decidi então, pegar da próxima vez.

Acredito que as segundas chances acontecem sim em nossas vidas. Mas como forma de acasos e, de certa forma, acaba sendo um momento novo, mesmo que pareça um retrocesso de segunda chance.

E não lembro em minha vida, nenhuma “segunda chance” que eu tenha dado a alguma situação ou a mim mesma que tenha funcionado.

E se o rio passa rápido, eu preciso ser rápida na decisão de pegar ou não o objeto.
Se eu pegar, posso não gostar e soltar no rio novamente.
Se eu não pegar, nunca saberei se perdi a chance.

E nessa analogia com a vida, entendo agora, que devo ser rápida nas minhas decisões. Dar o passo inicial para conhecer o que quero conhecer. Se não for bom, solto e continuo. Se for bom, aproveitei minha chance.

Se decidir deixar ir... já foi. E não voltará mais. Se voltar não será a mesma coisa. Posso ter a ilusão de que pareça ser, mas não será.


Por isso, o dia de hoje, e exatamente este momento, é o mais importante de minha vida.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Aceitação

Hoje, após algumas 24 horas de estudo dos 12 passos, reconheço imediatamente quando me deparo com alguém tentando me modificar. Não desenvolvo nenhum sentimento negativo, sinto apenas compaixão.

É impossível agradar a todos. Sempre terá alguém para te criticar. Por isso, se gostamos de ser quem somos o resto não importa.

A aceitação é uma prática muito difícil. E essa dificuldade é dos dois lados (aceitar ou ser aceita).

Nossa língua portuguesa é realmente bem complicada.
Se pesquisarmos no dicionário, um dos significados de aceitação é aprovação.
No contexto dos 12 passos, quando falamos em aceitação não estamos dizendo que aprovamos isto ou aquilo. Simplesmente, estamos nos colocando numa condição de impotentes diante daquilo que foge do nosso controle.
Aprovação é concordância e cumplicidade.
Aceitação é reconhecer que somos incapazes de modificar aquilo que está fora de nossa alçada.

Ter essa consciência é uma experiência de crescimento. Causa mudanças em nós mesmos, na forma como reagimos diante daquilo que não aprovamos. Causa mudanças em nossos sentimentos e a opinião do outro a respeito de nos mesmos e de nossas atitudes deixa de nos incomodar.

Aceitar as pessoas como elas são e não como quero que sejam, é um aprendizado difícil para muitos.
E isso não significa que tenhamos que aceitar um comportamento inadequado. Afinal, podemos escolher não nos relacionarmos com quem nos atinge de maneira nociva.
E se escolhemos nos relacionar, aceitar é respeitar o outro como ele é. E ser aceito, é ser respeitado como se é.

O resultado disso é viver a vida de maneira leve, um dia de cada vez, na paz e serenidade.


quinta-feira, 4 de julho de 2013

LIMITES

Precisamos aprender e nos treinar a autorizar-nos a ter limites, para tudo o que consideramos que seja razoável.

Então, como descobrir os nossos limites?

Em primeiro lugar, é improvável que os nossos limites sejam bem sucedidos se forem:

·        Focados em mudar o outro
·        Baseados no ressentimento ou raiva
·        Limitados a prazos

Uma das razões pela qual estes não funcionam é que o outro pode sempre fazer alguma reclamação sobre seus limites. Por exemplo, argumentando que você está sendo arbitrário ou cruel.
Outra razão, é que, quando focamos em mudar o outro, além de não estabelecermos limites, estaremos invadindo território impróprio. O que, com certeza, gerará uma grande frustração para todos.
E toda ação ou reação movida a grandes emoções (principalmente as negativas) não trazem bons resultados.
E quanto a prazos – os limites são limites – e estes não tem data de validade.

Não estabelecer limites permite que o outro jogue ou manipule.

Então quais são as bases de bons limites?

Meu aprendizado sugere que as fronteiras serão bem sucedidas se forem:
·        Focadas em minhas próprias necessidades e valores
·        Uma expressão de amor-próprio e auto cuidado
·        Sejam compassivos, mas realistas.

Se delimitarmos nossa área de acordo com o que escolhemos para nós, ficaremos mais firmes e mais seguros quanto a nossa decisão.
Colocando sentimentos positivos e não perdendo de vista a nós próprios, não perderemos o foco do nosso objetivo.
E ser compassivo, é ser humano sem perder o sentido da realidade ao que nos propomos.

Levamos um tempo para aprender a andar.
Com muito queda e muito treino, aprendemos.

E em tudo é assim. Por isso, focamos primeiro as primeiras coisas.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Perdoar... Esquecer?

Precisamos nos treinar a não nos sentirmos culpados. E também não culpar.
Somos muito humanos. Isso é tudo.

Quando alguém faz coisas que nos machucam, existe todo um contexto. Não justifica. No entanto, nós só precisamos nos ocupar com a forma com que recebemos essa dor. É tudo que nos compete.

O que está feito está feito. E se não podemos voltar a viver tudo novamente para mudar isso, só podemos consertar as coisas dentro de nós, coisas que realmente podem ser melhoradas para a nossa própria saúde e bem-estar.

Todos nós passamos por experiências ruins.
Podemos nos sentir idiotas, podemos sentir raiva e podemos chorar durante todo o dia...
Mas nada acontecerá que nos faça voltar no tempo.

Nós vivemos o aqui e agora e esse é o momento mais importante para nossa reforma pessoal, para nos tornarmos melhores.
Para isso, é importante treinar e praticar sempre o desapego.

Tentamos passar para o outro, as coisas boas da vida, de acordo com nosso ponto de vista. Mas o outro tem e faz suas escolhas. E nós, temos que respeitar e nos ocuparmos em construir a nossa própria segurança para que o outro não nos roube a nossa serenidade.

Não é fácil, mas em vez de lutar contra o outro, temos que tentar (re) construir a nossa própria vida.
Pois, a meu ver, é melhor viver intensamente o presente olhando para frente do que lutar contra a história.

E assim vou seguindo. Tenho melhorado um pouco, mas o processo é lento.
Sei que preciso ter paciência e entregar ao Poder Superior.

A vida vai acontecendo... e é a forma como nós respondemos a ela que importa.
Quando falo no meu Poder Superior, me refiro a Deus, mas acredito que qualquer pessoa pode ter uma recuperação sem acreditar em Deus, contanto que não pense e não tente controlar tudo.

Mas quer gostemos ou não, se precisamos de recuperação, precisamos!
Só temos que aprender a aceitar a vida como ela é e não como gostaríamos que tivesse sido, ou deveria ser.
Quando fazemos isso, ganhamos paz e serenidade e tomamos as melhores decisões com base em princípios sólidos, compreensão, consciência e compaixão.


E é com base nessa prática, um dia de cada vez, que conseguimos perdoar e desligar-se da mágoa. Não necessariamente esquecer!

sábado, 22 de junho de 2013

Refletindo sobre os Doze Passos

Nar-anon ou um grupo de doze passos faz-nos concentrarmos mais em nós mesmos...

Os passos começam a nos influenciar quando temos certeza de que estamos seguros e bem e quando percebemos que não podemos consertar o outro. Passamos a ter certeza que tentar fazer isso só vai nos levar à frustração e conflito.

As soluções vêm quando percebemos claramente sobre o que somos e não somos responsáveis.  
E quando percebemos que o universo (Deus) tem as respostas.

A resposta é simples: não se perder a si mesmo e não deixar que as fortes oscilações (nossas ou do meio) possam nos afetar.
E enquanto estivermos dispostos a ser honestos, conseguimos ficar bem.

As etapas e os doze passos continuam sendo uma forma de ficar melhor.
O que eu tive que aprender foi a diferença entre a minha parte e a parte do outro na coisa toda.
Enquanto eu não percebia isso, ficava atormentada.

E começar por admitir que somos impotentes perante o outro é o primeiro passo.
Em seguida, reconhecer que tentar controlar ou modificar o outro coloca nossa vida fora do equilíbrio é a essência do Passo Dois, assim como, reconhecer que precisamos de um Poder Superior para ajudar-nos a encontrar o equilíbrio novamente.
No Passo Três começamos a nos concentrar no que é bom em nossa vida, para perceber que há boas coisas sobre as quais podemos reconstruir nossa vida.

E o que fica é a gratidão por essas coisas, apesar de não negarmos a dor. E podemos oferecer tudo, bom e mau, para um Poder Superior em quem podemos confiar.  

São apenas alguns pensamentos do dia.

E seja lá o que eu fizer, sei que não estarei sozinha.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Os dois lados...




Um tempo atrás publiquei "O Príncipe e o Sapo" em forma de "conto infantil".

De vez em quando releio as minhas publicações antigas e repenso algumas (ou muitas) coisas.
Cada uma delas, era um momento que eu vivia.


Hoje, estou num momento reflexivo sobre essa questão - essa dos dois lados.
Penso que seja meu momento do quarto passo... em que não só consigo ver o lado negativo, mas também o positivo.

E hoje, sou capaz de ver que o príncipe e o sapo estão presentes na mesma pessoa. 
Da mesma forma que a gata borralheira e a Cinderela são as mesmas pessoas.

Mas não, hoje não quero ficar em forma de conto infantil.

Acho que estou mais realista, mais sensata... não que eu não estivesse antes. 
Na verdade, sempre fui realista e sensata demasiado. 
A diferença é que hoje estou num outro momento, em que as coisas estão como sempre esteve e eu, é que estou vendo e sentindo diferente.

Nesse meu momento introspectivo e sereno, posso observar, com mais clareza, os dois ladosE o que mais importa agora, é conseguir ver isso em mim mesma.

Não pretendo enumerar aqui defeitos e qualidades.
Essa é uma questão muito minha.
Tenho refletido bastante sobre isso.
E aproveito esse momento para realçar o que tenho de bom, rever meus defeitos e fraquezas para me posicionar melhor com relação a eles. 

Eu sei que tenho muitos defeitos e sei que não posso remove-los sozinha. 

Primeiro, preciso querer vê-los e remove-los.
Segundo, preciso confiar mais que meu Poder Superior pode me ajudar a remover esses mau-hábitos.

Porque também sei que velhos hábitos são difíceis de serem removidos e que, por mais que eu queira, os sentimentos negativos voltam... 

Mas tranquiliza-me sentir que estou em recuperação contínua, assim como, acreditar que o meu Deus está trabalhando no meu crescimento.

Por ora, só registrando meu momento de serenidade e compartilhando meu processo evolutivo no estudo dos doze passos.
Em paz, serena, tranquila... só por hoje!

E mentalizando uma semana linda!! Para mim! E também para você!!

Beijoo







segunda-feira, 10 de junho de 2013

Introspecção e o Quarto Passo

INTROSPECÇÃO E O 4.PASSO


Tenho feito uma revisão em minhas postagens, ao mesmo tempo em que tenho feito uma revisão em minha própria vida e consciência.

Consigo perceber um crescimento evolutivo em minhas postagens
Já com relação ao exame de consciência, esse é bem mais complicado.

Deparei-me há alguns meses atrás o quanto eu circulava nos três primeiros passos, em uma temática que participei.
Foi um momento em que tive uma recaída e me perdi no meu próprio caminho.
Foi quando escrevi “Passos Lentos” que percebi que precisava retroceder para recomeçar tudo de novo.
E recomecei. Do primeiro passo, sem pressa.
Escalei o abismo de onde tinha me atirado e cheguei aqui, tentando recuperar esse tempo perdido em todos os aspectos.

Estou num momento especial.
Ontem na reunião de grupo fizemos a leitura do quarto passo.
Ainda não comecei efetivamente esse passo, mas já consigo pensar nele com sinceridade.
O quarto passo refere-se a fazer um minucioso inventário moral de nós mesmos!
Não é uma tarefa fácil.
Penso que esse momento é muito particular de cada um. E acontece espontaneamente, quando estamos preparados para isso.

Hoje, em minha sessão de psicoterapia, consegui verbalizar um pouco disso!
Penso que é um passo.
E é necessário ter coragem para pensar a respeito e mais coragem ainda, para verbalizar!

No Programa dos Doze Passos Nar-anon diz: “Talvez se pudermos olhar para este inventário como a colheita do nosso jardim interior, seremos beneficiados com o conhecimento de nossas forças, fraquezas, triunfos e dos nossos comportamentos autodestrutivos.”

É dessa forma que estou iniciando o processo de amadurecimento do quarto passo.
Um momento de introspecção em que eu mergulho em mim mesma e em minha própria vida. Revejo minhas atitudes passadas e presentes e consigo sentir uma paz de espírito grandiosa.

Acho que estou bem para começar o quarto passo.
A serenidade invade minha alma!
E não tenho mais medo.








sábado, 8 de junho de 2013

Sonhadora

Quando procurei o nar-anon pela primeira vez, angustiada e aflita, não imaginava que, um ano e pouco depois, essa programação iria me trazer tanta paz de espírito.

Tenho sim, aqueles altos e baixos... natural do ser humano... mas o olhar para tudo em volta é diferente.

Eu sempre fui uma sonhadora, do tipo que acredita nas pessoas até que se prove o contrario.
Sofro sendo assim, mas se fosse diferente, sofreria do mesmo jeito. E já que não tem escolha, opto por continuar sendo eu mesma.

Quando me refiro a ser uma sonhadora, estou falando no sentido real do termo. Sonhei com grandes amores, sou uma eterna apaixonada e choro com um final feliz.

Tento me boicotar às vezes, por medo de sofrer, quando digo que acredito que Tudo Passa, ou quando digo que minha citação favorita é “Tudo que começa um dia acaba”

Quando estou nesses momentos, só estou evitando o passado e o futuro e tentando me concentrar apenas no dia de hoje.
E mesmo que eu lute contra mim mesma e tente acreditar que a vida é cruel, sempre caio nas armadilhas dos meus sonhos...

Mas conclui que não tem graça viver sem sonhar...
E não importa se cedo ou tarde eu acorde e descubra que não passou de um sonho.

Afinal, estamos aqui para viver... e sonhar faz parte disso!

Por isso, decidi que quero voltar a sonhar novamente.
E isso inclui tudo que me faz feliz.


terça-feira, 4 de junho de 2013

Mudando o Foco

Às vezes, permanecer na pista cansa.
E é nesse momento que a mudança de foco se mostra necessária.
Essa mudança sugere crescimento. Difícil, mas necessária!
Pois o resultado é, sem duvida, um bem-estar e uma qualidade vida melhor.

Tirar o foco do outro e nos concentrarmos em nós mesmos é o ponto de partida para começarmos a nos sentir bem e seguros.
Passamos a discernir o que é de nossa responsabilidade e conquistamos serenidade e desprendimento.
Nesse processo, as respostam chegam sem que precisemos ir à procura delas.

Se ficarmos concentrados próximos de pequena parte de algo, teremos uma visão turva da área em volta. Se nos afastarmos, conseguiremos enxergar melhor.

É disso que trata a mudança de foco. Pois, focados no que é do outro e, muito próximos, perdemos muita coisa do que está acontecendo em volta.


Dessa forma, dar um passo para trás, retirar-se de cena, mesmo que temporariamente, mantendo a serenidade e paz de espírito, abrimos possibilidades de observar novas soluções que, provavelmente, estavam lá o tempo todo, mas que antes não podíamos ver porque estávamos muito focados em um único ponto ou problema.

É só uma reflexão. E seguindo um dos nossos lemas, absorvam só o que for necessário e deixem o resto.
Fiquem bem!

sábado, 18 de maio de 2013

Aplicando os passos em outras áreas


Se alguém duvida que o estudo de doze passos não se aplica a toda a vida de um modo geral... vou contar a minha aflição.

Primeiro Passo - devo admitir que sou impotente diante do crescimento de minha filha adolescente. Diante de suas rebeldias e crise típicas da idade.

Ela já saiu outras vezes, mas sempre em companhia de pessoas da família.
Hoje, pela primeira vez, ela saiu sozinha. Eu a deixei no shopping às 13:00hs. Foi encontrar-se com o namorado e iam ao cinema.

18:00hs – nenhuma noticia. Nenhum telefonema.
Sim, eu já estava à beira da loucura.

Segundo Passo – Preciso acreditar que um Poder superior a mim mesma, pode me devolver a minha sanidade.
(afinal, ela só está no shopping, com outro adolescente e eu não preciso enlouquecer por isso)

Mas como é difícil, essa mania de controlar, de querer ser Deus, de querer proteger sob qualquer circunstancia. Como se tivéssemos esse poder.

Espero até 18:30hs. Conto minuto a minuto. Se não me ligar, eu ligo.
Pronto. 18:30hs, ligo e nada. Decido então, ligar pro celular do namorado. Nada.

Terceiro Passo – Tomo a decisão de entregar a minha vontade e minha vida aos cuidados de Deus.

E faço a oração da serenidade.

Que mais posso fazer?
Preciso “entregar” a vida de minha filha aos cuidados Deus, pois Ele sabe o que faz e deve cuidar dela.
Eu posso fazer a minha parte, alguma coisa, mas não posso tudo.
E, nesse momento, devo pensar seriamente no lema: Viva e Deixe Viver.
Afinal, ela está nessa fase. Descobrindo a vida. E eu, não posso e não devo interferir de maneira negativa.
Devo acompanhar, orientar e acreditar.

É.
Como eu disse no post anterior – a caminhada só está começando... Sempre. Porque vivemos só por hoje.

E enquanto eu estava escrevendo esse post, ela me ligou. E está bem. Feliz.

Rsss... Só por Deus! Para nos tirar da aflição e nos ajudar a deixar que Ele tome conta.
Porque nós, não temos esse poder!
Graças a Deus!