Na disciplina de Psicologia do Capital Intelectual do curso Latu sensu em Psicologia Organizacional, que fiz em entre 2008 e 2009 foi solicitado essa redação. Eis o que ficou:
A liberdade me fascina.
A novidade me fascina.
Tudo que deixa a rotina para trás, me soa como interessante e se faz necessária como fonte motivadora de vida.
Por isso, o encanto com os filmes da série “B.J.” e a vontade intensa de ser como aquelas caminhoneiras.
Sim, eu pensava e desejava: um dia, serei caminhoneira.
Outrora, flagrava-me invejando profissionais circenses e desejando ser um deles.
No bairro onde morei quase toda a minha infância, pelo menos uma vez por ano, aparecia um circo que ficava no bairro por mais ou menos três meses. E lá, da rua, de longe, eu ficava espiando a forma de vida deles durante o dia, fora do palco.
Em um outro momento, me vi interessada e curiosa sobre a vida cigana. E mais, admirada com a forma de vida que levavam.
Caminhoreira. Circence. Cigana. Três formas de vida que me encantavam. Nessa época, não tinha relação com a profissão, mas com a forma de vida.
Enfim, o meu desejo do que eu vou ser quando crescer, tem relação com a liberdade, com a novidade e com a ausência de rotina.
Hoje eu percebo essa relação como motivo do meu encantamento pelas três atividades que ficaram tão distantes da minha forma de vida atual.
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