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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Situações

Imagine situações do tipo:

Pegar uma embalagem de meias novas, e ao abrir, encontrar um pé furado.
Ou... tirar seu carro 0 km da concessionária, e ao virar a esquina, perde-lo de alguma forma.
Ou ainda... passar duas horas assistindo a um filme e, no final... não ter final...

É.
Não estou falando de perdas financeiras. Nem de qualquer perda.

Refiro-me a experiência de expectativa saudável.
Aquela que é natural você “esperar” um resultado positivo... e ele não acontecer.

Vivi muito recentemente uma experiência que se assemelha a isso.
Estou a dois meses pensando no que foi que vivi. E, sinceramente, não consigo explicar.
Consigo dar risada de tudo.
Lembrar desses exemplos estúpidos e tantos outros que nem tenho coragem de descrever aqui.

Mas o fato, o principal fato, é que consegui enxergar a situação. E Melhor, consegui finalizá-la... e mais ainda,, consigo hoje dar risada dela.

E sabe como eu consegui fazer isso?
E ainda rir de tudo?

Concentrando-me em mim mesma.
Permitindo-me ser humana.
Sim, porque posso tentar e errar.
Posso acreditar em algo e descobrir que não era o que pensava.
Posso encontrar uma meia nova furada e não ficar frustrada.
Porque na verdade, é cômico.

E como eu consigo agir assim?
Serenidade.
Sim. Essa paz que se aprende e se conquista com a programação trás tudo isso.
Trás uma consciência de que não há dor que não possa ser superada, que essa dor pode até ser inevitável, mas que, o sofrimento é opcional.

E assim, segue a vida.

Só queria mesmo, compartilhar que hoje, e só por hoje, consigo manter a serenidade, e perceber o abismo em frente, e desviar meu caminho para não cair nele.

Consigo rir, quando antes só chorava.


Enfim... consigo dar um passo... voltar atrás... e seguir novamente... !

terça-feira, 17 de junho de 2014

Não é bom caminhar só


"Eu seguro minha mão na sua,
Eu uno meu coração ao seu
Para que juntos possamos fazer
Tudo aquilo que não posso fazer sozinha"

Quando me reúno com pessoas que compartilham as suas experiencias, esta reunião funciona como um espelho - 'porque eu me vejo no outro, e então consigo me rever sob outra perspectiva'. E dessa forma, evoluo no meu crescimento.

Compartilhando o vídeo, e abaixo o link.
Paz e serenidade!

https://www.youtube.com/watch?v=Nzv3dG9eOaU

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Por que... Um passo de cada vez?

Em breve estarei comemorando 3 anos de blog e, só por hoje, comemoro algumas 24 horas de conhecimento da programação dos 12 passos...
E nesse período tenho me perguntado algumas vezes... Por que Um passo de cada vez??

Quando conheci a programação e me motivei a iniciar este blog, eu tinha uma série de informações novas martelando em minha mente.
Eram tantos passos, tantos lemas, tantas tradições e conceitos...
E eu, no auge da impaciência de minha doença, como já disse antes, queria assimilar tudo tão depressa, acreditando que bastava, para entender, crescer e seguir.

E fiquei pensando em diversos títulos para colocar no blog.

Podia ter sido um dos lemas – acho-os tão maravilhosos em sua essência.
Podia ter sido algo relativo a minha historia pessoal.

Mas... os passos, os conceitos e as tradições são doze.
Os lemas são vários... eu não conseguia escolher... porque cada um deles e, todos eles, tem um significado e uma importância muito peculiar.

Enfim... como a idéia é começar pelo primeiro passo para seguir em frente, e alguns lemas sugeridos (um dia de cada vez e só por hoje) me pareciam tão extensos para o momento que eu vivia... cheguei a essa conclusão...

Posso dar um passo... e começar pelo primeiro passo.
E se um dia é muito longo para eu me ater às coisas que, realmente, são importantes, então, dentro desse dia, posso dar vários passos... e é claro, um de cada vez.

Porque pensem:
Mesmo decidindo correr... não corremos com os dois pés juntos, simultaneamente.
A ideia é acelerar os passos, Mas mesmo num ritmo mais acelerado, é um passo depois do outro.

A vida é assim.

Desde o nascimento, passamos por etapas. Não nascemos andando.

O que ocorre, é um desaprender da lei natural da vida.
É um querer acelerar. Como se fosse possível.
Às vezes até temos a ilusão de que é. Mas não.

Aprender a dar um passo de cada vez, tem-me permitido experiências e aprendizados maravilhosos.
Somente quem vive a programação sabe do que estou falando.

Então é isso... simplesmente assim... um passo após o outro. E a retomada deles sempre que necessário.

domingo, 1 de junho de 2014

Uma clínica para nós...?


O afastamento da sala, das reuniões é uma recaída.                    
E a recaída como codependente é muito parecida com a do adicto. No sentido emocional.
O afastamento social. A reclusão. O medo. A vergonha. A culpa. E o pior de tudo... a negação.
No inicio, assim como os adictos, negamos. Criamos mil desculpas e justificativas para não ir e para tantas outras atitudes e sentimentos..
E isso é progressivo. Até chegar ao fundo do poço.
E nesse abismo, eis que aparece uma luz, sinais positivos, que aos poucos, nos leva de volta.
E a recuperação se inicia.

Na impaciência dessa doença, acreditava que bastava ler tudo, entender tudo e estaria resolvido.
Por vezes, já pensei:  porque não temos uma clinica de recuperação para nós? Uma espécie de tratamento intensivo. Choque emocional e definitivo.
Pura doença.

Nossa recuperação também é semelhante a do adicto. É um dia de cada vez.
Não existe clinica para nós.
O que temos é nossa vontade, nossa fé, o nosso “voltar”.
Nossa clinica é a sala, a programação, continuar voltando.

Viver só por hoje e continuar...um passo de cada vez.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Reunião online...Uma experiência nova

Participei de uma reunião online hoje. Já faz um tempo que não vou às reuniões presenciais e isso é uma falta comigo mesma.

Foi uma experiência diferente. E como toda experiência nova, causou um pouco de ansiedade e, para variar, como sempre nas minhas “primeiras vezes” fiquei meio que travada.

Minha participação se resumiu em ouvir muito e ler as apresentações.
O foco não era o mesmo do meu grupo de origem. Mas a programação, a linguagem, o objetivo e os passos são os mesmos. E o mais importante: a unidade, a paz e a serenidade que reina.

Enfim... aprendi mais um pouco. Revi sentimentos e experiências e refleti muito.
É um momento especial. Um momento, que dou a mim mesmo, um tempo comigo e para mim.
Ouvir o aprendizado e o crescimento do outro faz com que eu me remeta ao meu próprio.
É uma espécie de espelho e projeção.
E se ver no outro, é uma forma de se ver diferente. Porque o outro usa o seu tom, as suas palavras e a sua forma de interpretação. É como ter outra possibilidade de nos vermos de forma diferente daquela que estamos acostumados.

É crescimento..
É unidade.
A consciência de que não estou só.
Pura e simplesmente.


sábado, 24 de maio de 2014

Diante de um adicto

Depois de alguns anos, “afastada” da realidade e convivência com a adicção, passei por uma experiência que, embora tenha me abalado, também mostrou que estou evoluindo na prática do desligamento.

Aconteceu no âmbito de trabalho.
Tive que lidar com uma situação de delito, ocorrida nas dependências de um cliente por um funcionário recém-contratado e em experiência.
Nesses vintes dias, até ocorrer o episódio, já tinham acontecido diversas situações de atraso e escassez de dinheiro.

Comportamentos um tanto quanto “estranhos” para um período de experiência que, somados a aparência e estado físico demonstravam claramente que havia algo errado.

Era um candidato promissor! Possuía todas as qualidades esperadas para o perfil – e essa expectativa velava os indicadores negativos.

Enfim, o episódio veio à tona. As cenas estavam gravadas e com elas as cortinas se abriram.
Estava lá eu, diante de um adicto, recém contratado e que tinha tudo para continuar na empresa.

Primeiro passo – liguei para o cliente para esclarecer e amenizar o episódio.
Em paralelo, todas as ações para localizar o envolvido.
O cliente surpreendeu a todos. Manteve as coisas separadas o que não afetou em nossas relações comerciais e ainda “deu uma lição de vida” para o nosso envolvido.

Segundo passo – resolver a relação do envolvido com a empresa.

A primeira parte era complicada por envolver relações com terceiros e aspectos financeiros. Mas era racional. Bastava usar de inteligência, comunicação, busca da compreensão (e fui muito felizarda) e assim, tudo se resolveu.

Esta segunda parte dependia de um equilíbrio entre o racional e o emocional.
E foi um teste para mim.

Desliguei o funcionário, sem abrir mão da entrevista de desligamento.
Fechei uma porta para ele – no meu papel profissional, não podia ser diferente.
Mas abri outra.
Conversei abertamente sobre a adicção, sobre a história de vida dele (pessoal e profissional que já conhecia) e fiz um paralelo entre as duas.
Não o julguei e nem o condenei e nem me compete isso.
Apenas apontei o caminho que ele está, e os caminhos que ele pode escolher.
Apresentei a programação dos doze passos
E me coloquei a disposição (pessoal), se e quando houvesse interesse e disponibilidade

Durante essa entrevista o conflito era gritante.
A vontade era de “pegar no colo” mesmo sabendo que esse não era meu papel e nem minha responsabilidade.
Consegui me superar.
Consegui deixá-lo ir sem me sentir abandonando-o.

Foi a primeira vez que me vi praticando o desligamento com amor, da forma como tenho lido esses anos todos.
Ficou um “pesar” de culpa – de “podia ter feito algo” (mesmo sabendo que não cabe)
Mas, ao mesmo tempo, ficou o alívio de que “essa responsabilidade não é minha”.

Nesse dia, fiquei meio esvaziada, sem energia.
Mas uma boa noite de sono, e acordei bem!!

E continuo bem, só por hoje!

terça-feira, 13 de maio de 2014

Sinais positivos

E estou me referindo a muita coisa.
Estou passando por uma fase que parece ser, ao mesmo tempo, boa e ruim.
Simplesmente consigo ver os dois lados da situação.
E estou bem por isso.
Às vezes, o que nos assusta e que parece ser ruim acontece. E então percebemos que o que era ruim era justamente o que estava vivendo. E quando isso acaba o que se apresenta é o claro, a leveza e o bem estar.

Quando “penso” que não estou bem, mudo minha rotina e deixo de fazer muita coisa que gosto, que preciso e que me faz bem...

Já faz algum tempo que me ausentei da programação.
Mas hoje percebo que, embora tenha deixado de ir às reuniões, eu não me ausentei da programação. Eu estava ausente de tudo, até de mim mesma...

E os sinais? Onde entram?
O tempo todo.
Hoje percebo que basta se permitir. Manter a mente aberta para que possamos enxergá-los.

Só hoje, pude me permitir dois deles.
Completamente esvaziada, fui “relembrada” dos meus passos... e eles estavam distantes...
O fato de ter sido “relembrada” de uma forma um tanto quanto negativa serviu como um antídoto para essa ausência de vida.

Outro sinal que me trouxe de volta foi um contato daqui.
Um simples contato funcionando como um chacoalho me mostrando o lado “bom” e saudável que eu estava quase esquecendo.

E sabe o que é isso?
Nada mais que o resultado do que tenho da programação.
Reflexo de ajuda mútua e recíproca.

E os sinais?
São divinos.
E sou grata por crer nesse PS

Sou grata por ter a programação.
E muito grata por ter vocês.
Só por hoje

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Separações e Perdas

Esse é o meu momento atual.
Vivendo uma fase de dupla separação... uma de ordem pessoal e outra de ordem profissional.
Mas o foco não está na separação. Mas na perda, e no vazio que fica.

E nesse vazio (que sobra um espaço enorme), penso nas perdas que tive durante a minha vida.

Sei que, muitas vezes, a separação é necessária.
Também sei que não só perdemos com ela. 
Essa é a lei natural da vida: fazemos escolhas o tempo todo... e com elas, ganhamos e perdemos algo.

Preciso focar nos meus ganhos para me sentir melhor. Concentrar-me no percurso em frente e abandonar essa sensação de construção interrompida.

Frustração.

É como decidir construir uma casa... colocando cada tijolinho... e no meio da construção, olhar para a obra, e não ficar contente.
E então abandonar tudo e jogar fora todo o esforço investido.

Faz parte.
A vida segue.
O abandono, a interrupção, a desconstrução ficam para trás.
E o que sobra é o momento presente, simplesmente esvaziado.

sábado, 12 de abril de 2014

12 coisas que preciso


Aprendi com a programação e com o passo quatro a trazer as coisas para mim (na primeira pessoa)

Aqui, eu usei a matéria “15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz” do site: http://thesecret.tv.br/2013/08/15-coisas-que-voce-precisa-abandonar-para-ser-feliz/#at_pco=smlwn-1.0&at_tot=1&at_ab=per-undefined&at_pos=0

A matéria me agradou, por isso, fiz uma adaptação em 12 itens, colocando-os para mim.

1. Preciso desistir dessa minha necessidade de estar sempre certa.
É insuportável a idéia de estar errada. Querer ter sempre razão é muito bom. Mas corro o risco de acabar com os meus relacionamentos ou causar estresse e dor, para mim e para os outros. E não vale a pena, mesmo.
Sempre que eu sentir essa necessidade “urgente” de começar (ou continuar) uma briga sobre quem está certo e quem está errado, devo perguntar a mim mesma:
“Eu prefiro estar certa? ou ser feliz e ficar bem?”
Que diferença fará estar certa?
Será que meu ego é mesmo tão grande assim?

2. Preciso desistir dessa minha necessidade de controle.
E para isso, preciso estar disposta a abandonar a minha necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece comigo e ao meu redor.
Deixar que tudo e todos sejam exatamente o que são.
Eu já experimentei isso, e sei que a sensação é ótima.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Preciso parar de culpar os outros, reclamar e criticar.
O que sinto ou deixo de sentir é responsabilidade minha.
Ninguém pode me deixar infeliz, nenhuma situação pode me deixar triste, a não ser que eu permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em mim, mas como escolho encará-la.
As coisas, eventos ou pessoas podem ser diferentes de mim.
Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais.

4. Preciso abandonar os pensamentos autodestrutivos e as crenças limitadoras
Sobre quem posso ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível.
Não devo acreditar em tudo o que a minha mente está me dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Eu sou melhor do que isso.
Não devo permitir que minhas crenças restritivas me deixem empacada no lugar errado.
Tenho que abrir as asas e voar!

5. Preciso aprender não ter necessidade de impressionar os outros.
Devo ser gentil, ter paciência e tolerância. Mas devo ser quem sou. Tentar ser algo o que não sou não vai me deixar bem e não funciona dessa maneira.
No momento em que paro de tentar ser o que não sou, que tiro todas as máscaras e aceito quem realmente sou, descubro que as pessoas são atraídas por mim – sem esforço algum.

6. Preciso abrir mão de resistir à mudança
Mudar é bom. É o que vai me ajudar a dar passos e ir de um ponto a outro.
Mudar pode melhorar a minha vida e também as vidas de quem vive ao meu redor.
Devo seguir a felicidade e abraçar a mudança – sem resistências.

7. Preciso esquecer os rótulos. 
Parar de rotular pessoas, coisas e situações que não entendo como se fossem esquisitas ou diferentes.
Isso é o manter a mente sempre aberta.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

8. Preciso abandonar os meus medos
Quando tenho a fé num Poder Superior, não preciso ter medo...
O medo usa muitos disfarces. Pode estar por trás da fachada de desprezo silencioso, da recusa passiva ou de um estado meio morto de insensibilidade.
Posso envolver-me no manto do medo e dizer Não.
“Não, eu não irei”, “Não, eu não tenho nada a dizer”, “Não, eu não posso fazer isso”.
Posso permanecer trancada, ou posso entrar em ação.
“... Devo fazer aquilo que penso que não posso fazer.” Eleanor Roosevelt

9. Preciso desistir de todas as desculpas
Não preciso delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, na maioria das vezes, nem são reais.

10. Preciso deixar o passado no passado
Tenho que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que tenho.
Preciso estar presente em tudo que faço e aproveitar a vida, um dia de cada vez.
Viver o dia de hoje, sempre. Só por hoje.

11. Preciso desapegar do apego
É muito difícil, mas não impossível.
Com o desapego, melhoro a cada dia. E isso requer tempo e prática.
Mas não significa desistir do meu amor pelas coisas ou pessoas. – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego tem relação com o medo, enquanto o amor… (bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir),
O resultado é a calma, tolerância e serenidade. Um estado que é possível compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

12. Preciso viver a minha vida segundo as minhas próprias expectativas
Não preciso viver a minha vida de acordo com o que outras pessoas pensam ou esperam.
Preciso ouvir mais a minha voz interior, minhas intuições e manter o equilíbrio sobre minhas emoções e minha própria vida
A vida é minha. Eu a tenho – e é agora –













domingo, 6 de abril de 2014

Lembrete de cabeceira

Ir às reuniões está sendo, entre outros significados, um lembrete de cabeceira para mim.
Lá eu lembro que não existe dor que não possa ser superada.
E mesmo pensando que estou indo por ir, sempre volto com “algo” esclarecedor, que complementa e que alivia.

Antes eu só percebia como uma recarga de bateria emocional e espiritual.
Hoje, tem sido mais que isso. É uma espécie de sininho dentro de mim, lembrando-me de tudo que já sei, mas que esqueço ou deixo adormecer no dia a dia.

Em cada palavra, em cada experiência, em cada comentário da literatura...
Em cada detalhe e em todos eles, sempre há algo que serve pra mim.

Trazer o foco pra mim mesmo
Cuidar de fazer primeiro as primeiras coisas
Pensar e agir, em vez de reagir

Estes são só alguns exemplos que me despertaram hoje.
Mas o fundamental é não esquecer que não estou sozinha
E, principalmente, buscar e manter a serenidade.

Porque essa sensação não tem preço.
Só quem já experimentou algum momento de serenidade sabe a maravilha que é.
E a importância de manter o foco.


Só por hoje!